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NOTÍCIAS

11/07/2018
Saúde - Informação
Pré-eclâmpsia na gravidez pode significar problemas cardíacos iminentes
Estudo publicado na revista “Annals of Internal Medicine”
As mulheres com hipertensão ou pré-eclâmpsia durante a gravidez têm mais probabilidades de vir a desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2 e colesterol elevado, sugere uma nova investigação.
 
O aparecimento durante a gravidez destes fatores de risco de doenças cardíacas pode explicar por que razão estas mulheres têm um risco aumentado de vir a ter um enfarte do miocárdio e AVC.
  
“Muitos investigadores pensam que a gravidez atua como um teste de stress [para doença cardíaca] e que ajuda a identificar as mulheres que têm uma maior predisposição para desenvolver hipertensão e outros fatores de risco cardíacos”, explicou a autora do estudo Jennifer Stuart, investigadora do Brigham and Women's Hospital e da Escola de Saúde Pública T.H. Chan da Universidade de Harvard, EUA.
 
“Ter esse conhecimento cedo na vida dá a oportunidade de prevenir e atrasar as doenças cardíacas. Nunca é tarde para melhorar o nosso comportamento de saúde, e muitas coisas que são recomendadas, como uma dieta saudável e a atividade física, irão beneficiar também as crianças e as pessoas que vivem na mesma casa”, acrescentou.
 
Este novo estudo incluiu quase 60 mil mulheres que não tinham doença cardíaca ou quaisquer fatores de risco conhecidos para doença cardiovascular no início do estudo. Todas as mulheres já tinham dado à luz pelo menos uma vez entre as idades de 18 e 45 anos. A saúde destas mulheres tinha sido acompanhada em média durante 25-32 anos depois da primeira gravidez. Só 3% das mulheres tinham hipertensão na primeira gravidez e 6,3% teve pré-eclâmpia nessa gravidez.
  
O estudo descobriu que o risco de hipertensão crónica era duas ou três vezes mais elevado nas mulheres que tinham tido hipertensão ou pré-eclâmpsia durante a gravidez do que nas que não tinham tido esses sintomas. O risco de diabetes tipo 2 era 70% mais elevado, enquanto o risco de colesterol elevado era 30% maior nessas mulheres.
 
Além disso, o risco de desenvolvimento de hipertensão crónica era maior durante os cinco anos depois do primeiro parto.
 
“É importante que esta informação chegue aos prestadores de cuidados primários”, defende Jennifer Stuart. “Eles precisam de estar conscientes de que este risco se pode apresentar muito rapidamente após a gravidez, e precisam de estar alerta e fazer o rastreio desses fatores de risco.”
ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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